Notícias
22 de janeiro de 2026
CCGL completa 50 anos e celebra trajetória construída pela união e pelo cooperativismo gaúcho
A Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) completa 50 anos de atuação em 2026 celebrando uma trajetória construída coletivamente no cooperativismo gaúcho, marcada pela união, pelo trabalho e pelo compromisso com as pessoas, com o produtor rural e com o desenvolvimento sustentável das comunidades.
Essa trajetória está inserida na história do cooperativismo gaúcho, que ao longo do tempo sempre esteve ao lado do produtor rural e de suas comunidades, gerando renda no campo e produzindo alimentos e serviços de qualidade para a sociedade. Com o passar os anos, esse modelo construiu soluções integradas em pesquisas e tecnologia, indústria e logística, fortalecendo o produtor rural e contribuindo de forma significativa para o crescimento do agronegócio, da economia do Rio Grande do Sul e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Nesse contexto, três iniciativas se destacam. Nos anos 1970, o cooperativismo passou a atuar de forma organizada na pesquisa e na tecnologia agrícola, fortalecendo as cooperativas e oferecendo suporte técnico aos produtores, em um período em que o trigo era estratégico para o Estado. Com a expansão da produção agrícola, especialmente do trigo e da soja, e a crescente integração aos mercados nacionais e internacionais, surgiu o Termasa, o primeiro terminal graneleiro do Brasil. Fruto de coragem, ousadia e de uma visão muito além de seu tempo, o empreendimento trouxe agilidade, qualidade e abriu as portas do mundo para os produtos das cooperativas e do agronegócio brasileiro.
Em 1976, a fundação da CCGL marcou a entrada do cooperativismo gaúcho na industrialização de laticínios, transformando o leite em uma nova oportunidade para os produtores, com agregação de valor à produção e impulso ao desenvolvimento regional.
Já nos anos 1990, a CCGL assumiu o Termasa e, na sequência, passou também a gerir o Tergrasa, em meio ao processo de desestatização e privatização dos portos. A partir dessa integração, nasceu o complexo Termasa–Tergrasa, que hoje movimenta cerca de 10 milhões de toneladas por ano, atendendo cooperativas agrícolas, cerealistas e traders, com contribuição direta para o campo e para a economia do Rio Grande do Sul.
Nos anos 2000, com foco em gerar renda, competitividade e desenvolvimento no campo, a CCGL assumiu a Fundacep-Fecotrigo, garantindo a continuidade e o fortalecimento da pesquisa agrícola conectada à realidade do produtor e a sistemas de produção sustentáveis. A partir desse movimento, novas tecnologias passaram a ser validadas e difundidas, promovendo aumento de produtividade, alimentos mais saudáveis, redução de emissões e ganhos econômicos por meio de práticas agrícolas inovadoras. Essa estrutura conta com moderno centro de pesquisa e laboratórios de análise de sementes e solos, além da Rede Técnica Cooperativa (RTC), uma rede que integra áreas técnicas das cooperativas, conectando pesquisadores, técnicos e produtores na busca contínua por tecnologias economicamente viáveis, produtivas e sustentáveis. Todo esse ecossistema está integrado a um ambiente digital por meio da Smartcoop, iniciativa da Fecoagro que leva ao campo ferramentas modernas de gestão, inovação e inteligência coletiva.
Ainda nos anos 2000, a CCGL retomou a industrialização de laticínios com a construção do maior parque de leite em pó do Brasil. O movimento devolveu aos produtores e às cooperativas uma indústria láctea própria, fortaleceu a cadeia do leite, garantiu agregação de valor à produção dos associados. Com atuação nacional e internacional, a indústria da CCGL é reconhecida por mercados altamente exigentes pelo elevado padrão de qualidade, segurança e confiabilidade de seus produtos, atestado por certificações como a IFS Food. Essas conquistas possibilitaram a abertura de novos mercados e tornaram a CCGL pioneira na exportação de leite em pó brasileiro para a China.
Em 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou a maior tragédia climática de sua história. Em meio ao impacto das enchentes e à colisão de uma embarcação em condições extremas, o Termasa precisou ser paralisado. O Tergrasa assumiu integralmente as operações de exportação, garantindo a continuidade do escoamento da produção. Em 2026, o Termasa será retomado, não apenas para retomar suas atividades, mas para se tornar ainda mais eficiente, competitivo e preparado para o futuro do agronegócio gaúcho.
Ao completar 50 anos, a CCGL celebra uma história construída coletivamente, marcada pela união, pelo trabalho e pelo compromisso com as pessoas e com o desenvolvimento sustentável do Rio Grande do Sul. A missão permanece permanente: gerar conhecimento, desenvolver pessoas, gerar renda e qualidade de vida no campo, garantir a produção de alimentos de qualidade, abrir caminhos, conquistar mercados, fortalecer a economia das comunidades, expandir fronteiras e ampliar o futuro de quem produz.
Fonte: CCGL
Galeria de Fotos










