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18 de agosto de 2026
Cotrisoja reforça atuação na logística reversa de embalagens no Dia do Campo Limpo
No Dia Nacional do Campo Limpo, lembrado em 18 de agosto, a Cotrisoja destaca a participação de suas unidades no processo de recebimento e encaminhamento de embalagens vazias de defensivos agrícolas, dentro da estrutura do Sistema Campo Limpo, iniciativa de logística reversa que reúne agricultores, canais de distribuição, indústria e poder público.
O sistema é coordenado pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), entidade que atua na gestão da logística reversa das embalagens de defensivos agrícolas no país. A estrutura contempla etapas como recebimento, transporte, triagem e destinação final dos materiais, que podem seguir para reciclagem ou outros processos de destinação, conforme suas características e condições.
Na cooperativa, através de cronograma, durante todo o ano as unidades da Cotrisoja recebem as embalagens vazias devolvidas pelos produtores, seguindo os procedimentos estabelecidos para o recebimento e a destinação adequada desses materiais. Somente em 2025, a cooperativa registrou mais de 65 toneladas de embalagens devolvidas e descartadas corretamente.
Neste sentido, Eunice Portela, bióloga responsável por este setor na Cotrisoja, destaca que processo exige participação ativa do produtor desde a propriedade. “As embalagens devem ser submetidas aos procedimentos previstos para cada tipo de material, incluindo a tríplice lavagem das embalagens rígidas laváveis, quando aplicável, a inutilização e o armazenamento temporário em condições adequadas até a devolução. Para a Cotrisoja, a orientação técnica e o atendimento ao produtor são componentes importantes desse processo, contribuindo para o cumprimento das responsabilidades previstas na legislação e para a adequada destinação das embalagens utilizadas nas propriedades rurais” comenta a profissional
Para o presidente da Cotrisoja, Cristiano Scher, a correta destinação das embalagens representa mais do que o cumprimento de uma obrigação prevista para a atividade agrícola. Trata-se de uma prática que demonstra consciência sobre os impactos de cada etapa da produção e sobre a responsabilidade em relação ao futuro. “Produzir alimentos é também assumir responsabilidades. Cada embalagem que retorna ao sistema representa uma atitude consciente de quem entende que o trabalho no campo não termina quando o produto é utilizado. Existe um compromisso com aquilo que fica depois, com as pessoas, com o ambiente e com as próximas gerações”, destaca.









